Alberto de Francisco

Redes Sociais e Popularização da Ciência

Atualmente redes sociais de pesquisa ampliam as possibilidades de interação nas redes. Muitas delas se restringem a pesquisadores, mas outras que se abrem para a participação de leigos, que sem trajetórias acadêmicas, se propõem a participar de pesquisas ou, simplesmente querem aprender discutindo suas experiências, refletindo sobre a ciência em seu cotidiano.

Interação cognitiva e inteligência colaborativa em rede

Não conhecemos os protocolos para conectar cognitivamente pessoas em rede. As redes de pessoas mediadas tecnologicamente impõem limitações e oferecem oportunidades. Nesta pesquisa prospectiva avaliamos ferramentas e modos de trabalho colaborativo e acreditamos que ainda não existem nem as ferramentas nem os métodos certos para que um número muito grande de pesquisadores possa interagir cognitivamente para a colaboração. Um número além de 150 pesquisadores supera as capacidades da comunicação intersubjetiva mas possibilita aproveitar a sabedoria coletiva.

Inovação e patrimônio intelectual em época de colaboração

Apontamos para a necessidade de uma revisão dos atuais modelos de produção do conhecimento e propriedade intelectual, que podem se tornar um entrave para o desenvolvimento da ciência, pois, muitas vezes, favorecem práticas monopolístas, além de entravar e não aproveitar todas as possibilidades de Redes de Conhecimento.

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